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19/março/2018 - GE testa o maior motor do mundo instalado em um avião

Novo GE9X que será utilizado pelo 777X possui a força de dois motores do 747-400 e diâmetro de 3,4m

Um Boeing 747-400, da General Electric, voou com o novo motor GE9X iniciando a campanha de ensaios em voo do novo propulsor que será utilizado no Boeing 777X.

O gigantesco motor, o maior em área frontal e diâmetro, foi instalado na posição número 2. Com 3,4 m de diâmetro, o GE9X visualmente fez os motores CF6 do 747 parecerem miniaturas, mesmo tendo 2,19 m de diâmetro cada.

 

O gigantesco motor, possui quase a mesma seção transversal da fuselagem do Boeing 737, que é de 3,76 m. O novo motor agregar uma série de novas tecnologias, como novas câmaras de combustão, construção de grandes seções em peça única – produzidas em impressão 3D e o maior fan utilizado num motor a reação. O novo GE9X possui a maior tração em um motor a reação, com 105.000 lbf especificada em projeto. O valor é mais que o dobro da existente no motore CF6-50 instalado no Boeing 747-400 do teste, que possui 51.000 lbf, cada. 

De acordo com a GE, durante o voo os engenheiros realizaram uma série de testes e se asseguraram que as características básicas do motor estavam de acordo com o previsto.

O voo marca o início da campanha de ensaios de voo programada para durar até o final do programa 777X. Os primeiros voos devem avaliar a liberação do motor para ser utilizado no protótipo do 777X, que deve voar pela primeira vez no próximo ano.

O pequeno atraso no cronograma foi causado por um problema no compressor do GE9X que, segundo as expectativas da GE, não deve atrasar a data final de certificação, programada para 2019.

Embora a GE seja responsável pelo projeto final do motor, sua construção e avaliação, a empresa norte-americana desenvolveu o motor em parceria com a Safran da França, IHI Corp, do Japão e MTU Aero Engines, da Alemanha.

Fonte: http://aeromagazine.uol.com.br/artigo/ge-testa-o-maior-motor-do-mundo-instalado-em-um-aviao_3814.html#ixzz5ADng8Ze7 



19/março/2018 - PP-YBC: O PRIMEIRO 737-300C DA MODERN LOGISTICS

O terceiro avião da MODERN LOGISTICS está sendo preparado na área industrial do Aeroporto Internacional de San Jose na Costa Rica (SJO).

 
O futuro PP-YBC é o Boeing 737-300QC (cn 24219) que transportou passageiros e cargas até o final do ano passado na companhia inglesa Titan Airways (G-ZAPW). Em NOV/2017 ele foi enviado para a empresa costa-riquenha Coopesa MRO, que está realizando os trabalhos de conversão para "full cargo".
 
Nesta semana o novo Boeing 737 da Modern foi fotografado fora dos hangares da Coopesa, ostentando a logomarca da companhia brasileira na deriva. As fotos estão circulando grupos de WhatsApp com autoria de "CQ".
 
Fonte: http://aeroentusiasta.blogspot.com.br/


09/março/2018 - Disputa pelo design do novo avião da Boeing será travada por empresas asiáticas e norte-americanas

Espaço para cargas e passageiros poderá definir conceito adotado no provável 797

Recentemente as três principais empresas aéreas dos Estados Unidos, a United Airlines, American Airlines e Delta Air Lines, confirmaram o interesse nos estudos da Boeing para o substituto do 757, conhecido informalmente como 797.

As empresas norte-americanas desejam substituir as frotas de 757 e 767, bastante envelhecidas, por um novo modelo capaz de superar as marcas do dueto A3210neoLR e A330neo. Porém, a maior disputa para esse mercado deverá ser travada na Ásia, onde a capacidade dos porões de carga será o diferencial. As operadoras orientais desejam transportar mais carga, além de passageiros, do que o usual entre as companhias ocidentais.

 

As propostas do projeto, por ora, seguem a tendência de uma seção transversal em dupla bolha, que oferece mais espaço e conforto de espaço para os passageiros, às custas do espaço nos porões de carga.

As três grandes aéreas norte-americanas e suas rivais do Pacífico possuem necessidades e metas diferentes do quando de bagagem e carga devem transportar. Enquanto as asiáticas pressionam por um volume máximo disponível nos porões de carga, as norte-americanas desejam maior espaço interno para passageiros. O formato da seção transversal oval permite uma fuselagem mais larga no piso principal, que pode acomodar mais passageiros por fileira, ou oferecer maior espaço para os ombros, porém, a relação à carga sob o piso principal da cabine é reduzida.

A diferença de objetivos é facilmente explicado, os países asiáticos são exportadores de bens duráveis, especialmente eletrônicos, e grandes importadores de itens alimentícios. O que torna atraente combinar máximo transporte de passageiros com amplo espaço para cargas. Na prática a ideia é reviver o conceito de aviões Combi, que podiam transportar passageiros e cargas, mas apenas atualizando como e onde transportar cada um. Anteriormente carga e passageiros compartilhavam o piso principal, agora o objetivo é dividir ambos por níveis. Assim é possível maximizar o transporte de ambos.

As empresas aéreas norte-americanas não possuem muitas ambições com relação ao espaço disponível nos porões, já que o foco é o transporte de passageiros dentro do territórios dos Estados Unidos ou em voos para destinos com grande demanda de passageiros e pouca de carga, como Europa, Canadá e México.

O projeto NMA (New Midsize Airplane ou New Middle-of-Market Aircraft ) ainda está em fase inicial de estudos, com previsão do primeiro avião voar apenas em 2025. A Boeing pode oferecer uma família segundo o conceito do 757/767, que compartilhavam grande parte dos sistemas, embora fosse um narrowbody e um widebody. Outra opção é um avião de fuselagem larga, mas com uma seção transversal intermediária entre o 737 e 767, o que o tornaria capaz de voar na maior parte dos aeroportos do mundo.

A previsão é que o novo avião possa atender a demanda de empresas de todo o mundo, sem criar nichos específicos como ocorria até meados dos anos 1990. O objetivo é garantir presença no mercado dos Estados Unidos, ainda o mais importante de forma isolada, mas ganhar espaço na Ásia, a região com maior crescimento no mundo. Dos 1.350 novos destinos lançados em 2017, 600 foram entre cidades asiáticas, sendo mais de 400 na China. Nos Estados Unidos, foram 61 novas rotas.

A Boeing deverá definir nos próximos meses detalhes do programa, para oferecer sua primeira proposta ao mercado.

Fonte Original: http://aeromagazine.uol.com.br/artigo/disputa-pelo-design-do-novo-aviao-da-boeing-sera-travada-por-empresas-asiatias-e-norte-americanas_3808.html#ixzz59H9FVt00 

 

 



19/fevereiro/2018 - Estados Unidos devem aposentar B-1 e B-2 na próxima década

Força de bombardeiros será composta pelos atuais B-52 e B-21 Raider

O Pentágono planeja reestruturar sua frota de bombardeiros nos próximos dois anos, que deverá na próxima década se concentrar nos B-52 Stratofortress e nos novos B-21 Raider.


Acima B-2 e B-1, que devem ser desativados até o final da década de 2020. Abaixo, novo B-21 Raider, que pode entrar em serviço nos próximos dois anos.

O planejamento inclui a modernização dos veteranos B-52, que deverão receber finalmente uma nova motorização, podendo inclusive se tornarem quadrimotores. Já os atuais B-1B Lancer e B-2 Spirit devem ser atualizados, ganhando novos sistemas de guerra eletrônica e de combate, mas com previsão de manterem a vida operacional até a chegada dos B-21.

O esforço deve ser suficiente para manter o trio em condições satisfatórias até que os novos B-21 possam substitui-los no novo inventário, especialmente os B-1 e B-2 que serão gradualmente retirados de serviço.

Os B-21 devem entrar em serviço em meados de 2020, se tornando a base da frota de bombardeiros estratégicos.

Embora pareça contraditório manter um avião com mais de 60 anos, em detrimento de modelos mais novos, a decisão de manter os B-52 foi baseada em diversos fatores, incluindo o custo de manutenção, disponibilidade, capacidade em missões e custo total da hora de voo.

Com a visão adequada quanto a sustentação e modernização – incluindo novos motores – os B-52 tem uma projeção de vida útil até 2050, representando assim um papel relevante no futuro, quando terão completado mais de 90 anos de serviço.

Em 1991, ao final de Tempestade no Deserto, ocorrida em paralelo ao final da Guerra Fria, USAF dispunha de um total de 290 bombardeiros, reduzido para 157 aeronaves na atualidade. A redução de 46% ocorreu enquanto os Estados Unidos conduziam um conflito continuado em operações ao redor do mundo, como nas guerras do Iraque e Afeganistão, além de apoio a operações na Síria, Líbia, entre outros.

O Pentágono espera reduzir os custos com a frota de bombardeiros ao mesmo tempo que amplia a disponibilidade dos aviões e seu poder de ação global.

Fonte: http://aeromagazine.uol.com.br/artigo/estados-unidos-devem-aposentar-b-1-e-b-2-na-proxima-decada_3781.html#ixzz57aAFHymU 



19/fevereiro/2018 - Boeing oferece nova proposta pela compra da Embraer

Empresa negocia divisão da fabricante brasileira, mantendo o setor militar dentro do controle estatal

A Boeing ofereceu à Embraer e ao governo brasileiro uma nova proposta para aquisição da rival. A proposta prevê a criação de uma terceira empresa, que ficará responsável pelo desenvolvimento e comercialização do segmento de aviação regional, com participação das duas empresas e controlada pela Boeing.

Após divulgação pelo jornal Correio Braziliense, a notícia movimentou o mercado. A fabricante brasileira divulgou nota afirmando que a proposta da Boeing prevê a manutenção da golden share (ação especial, com direito a veto) da União apenas na área de defesa.  

Todavia, fontes envolvidas no acordo afirmam que a divisão da Embraer não irá transferir os programas militares ao controle do governo, apenas garantir a manutenção da golden share. Na prática, o governo teria algum controle no andamento de projetos militares. Mas não está totalmente claro como ficará o programa Gripen NG e a transferência de tecnologia vinculada ao contrato.

Em nota, a Embraer confirma que a Boeing está disposta a investir US$ 6 bilhões para adquirir a propriedade do grupo brasileiro, e não o controle, sem encerrar as operações da companhia do Brasil ou alterar a marca.

A previsão é que caso do governo brasileiro concorde com a oferta, a conclusão do negócio deve se dar em 10 meses, no máximo, um ano.

A Embraer ainda afirma que não possui definição sobre a estrutura de uma potencial combinação de negócios e sobre os valores que serão efetivamente envolvidos. Atualmente, a Embraer possui capital diluído, sendo mais de 85% sob controle de investidores estrangeiros.

Também não foi divulgado se a Boeing manterá o interesse na divisão de aviões executivos, que está entre as principais unidades da Embraer, mas distante do modelo de negócios da gigante norte-americana.

Em aquisições anteriores, como no caso da McDonnell Douglas, a Boeing realizou o fatiamento do negócio, vendendo divisões de pouco interesse, como de helicópteros leves. A preocupação de alguns setores no governo é o desmembramento da Embraer, deixando no país apenas as divisões de baixa rentabilidade, o que inviabilizaria a continuidade das operações. O setor militar, embora estratégico ao Brasil, não se sustenta com a pequena demanda existente pelos modelos oferecidos pela Embraer ao mercado.

Fonte: http://aeromagazine.uol.com.br/artigo/boeing-oferece-nova-proposta-pela-compra-da-embraer_3775.html#ixzz57a9oXJDQ 



19/fevereiro/2018 - Boeing apresenta o 737 MAX 7

Novo modelo possui maior alcance da família 737 com capacidade para voar a distâncias de até 3.850 nm

A Boeing apresentou em sua unidade em Renton, nos Estados Unidos, o novo 737 MAX 7. A cerimonia de roll out ocorreu na presença de centenas de funcionários do fabricante. O MAX 7 é o terceiro membro da família 737 MAX, possuindo capacidade para até 172 passageiros e alcance de até 3.850 nm (7.130 quilômetros), o que o torna o modelo de maior alcance da família.

Com as melhorias de projeto, o 737 MAX 7 superou todas as características operacionais do antecessor, o 737-700. O novo modelo conta com alcance 1.000 nm superior, com custo de combustível por assento 18% inferior e capacidade para até 12 assentos adicionais.

 

De acordo com a Boeing, o modelo é 7% mais eficiente em termos de custo operacional que o rival Airbus A319neo. Porém, assim como o rival europeu, o 737 MAX 7 sofre com a falta de interesse do mercado, acumulando menos de 60 pedidos firmes até o momento.

A expectativa da Boeing agora é iniciar a campanha de testes e ensaios em voo, iniciando nas próximas semanas os processos de verificação de sistema e testes de motores. A aeronave, a primeira de duas versões para a campanha de testes de voo, deverá se beneficiar os resultados obtidos pelo 737 MAX 8, validando apenas diferenças entre ambos projetos. A entrada em operação está programada para 2019, com a primeira entrega ocorrendo para a Southwest Airlines.

Fonte: http://aeromagazine.uol.com.br/artigo/boeing-apresenta-o-737-max-7_3776.html#ixzz57a9ZUoLl 



07/fevereiro/2018 - Comenzó a operar la nueva Torre de Aeroparque

Con el vuelo 1850 de Aerolíneas Argentinas a Rio Gallegos, en la madrugada de hoy comenzó a operar la nueva y  flamante torre de control del Aeroparque Jorge Newbery.

Desde la Empresa Argentina de Navegación Aérea (EANA) quién se encarga de brindar los servicios de Navegación Aérea en la República Argentina se informó que desde las 0 horas hasta las 5hs, previo a ese primer vuelo, se trabajó contra reloj para poner en marcha la nueva Torre.

Por este motivo hubo más de 60 personas de seis empresas y organismos a los fines de ajustar todo el equipamiento de comunicaciones, radares, radio ayudas así como también se conectaron todas los enlaces y alarmas que se utilizan en la operación del Aeroparque.

Foto: EANA

Con el traspaso, después de más de 55 años de operaciones, se apagó definitivamente la “vieja” Torre que tuve la suerte de conocer hace algunos años…

Estos eran los puestos de trabajo de la vieja Torre de Control que a partir de hoy pasó a la historia…

Para ver más fotos y como se operaba, comparto el Post de Marzo de 2015: “Visitando la Torre de Control del Aeroparque Jorge Newbery AEP”.

Para el traspaso  de una Torre a otra se requirió una preparación de más de seis meses para realizar las pruebas técnicas y la capacitación de los operadores en el uso de la tecnología de última generación que se ha instalado en la nueva Torre de Control.

Foto: EANA

Esta nueva Torre además cuanta con más posiciones de trabajo que permitirán aumentar la capacidad de operación de la terminal Buenos Aires dado que tendrá aproximaciones separadas para Aeroparque, San Fernando y Palomar.

Foto: EANA

Este es el Antes y Después de las Torres de Control de Aeroparque.

Y esta la vista desde la calle de rodaje.

Ojalá algún día pueda conocer la nueva Torre para poder ver como se trabaja desde este nuevo lugar.

Fonte: https://desdeelpatioblog.com/2018/02/07/comenzo-a-operar-la-nueva-torre-de-aeroparque/



28/janeiro/2018 - Iberia anuncia a chegada do primeiro jato Airbus A350-900 em junho

Iberia anuncia a chegada do primeiro jato Airbus A350-900 em junho

A companhia aérea Iberia anunciou que receberá em junho deste ano o seu primeiro jato Airbus 350-900, variante com melhoramentos na aerodinâmica, estrutura e outros elementos como trem de pouso reforçado. Os aparelhos possuem o que há de mais moderno em tecnologia de cabine, que permite a integração dos sistemas de bordo com a infraestrutura de operações e troca de informação mais avançada com o avião. Somado a isso, estão equipados com motores RR Trent XWB-84, que permitem alcançar maior velocidade e uma economia de combustível de 30% quando comparado com o Airbus A340-600, modelo que atualmente opera na frota da Iberia.  Para os passageiros, a cabine do A350 possue diversas vantagens como janelas panorâmicas, corredores mais amplos e tetos mais altos, sistema de renovação do ar que melhora os níveis de umidade a bordo em até 16% e mais silêncio. A Iberia também oferece conexão Wi-Fi de alta velocidade, assim como telas individuais HD que permitem uma melhor experiência tátil e facilitam a usabilidade do sistema de entretenimento a bordo. Além disso, a cabine do modelo oferece telas maiores de 18 polegadas, assentos mais largos, apoio para os pés mais amplo e com protetores laterais e maior espaço para objetos pessoais. Já para voos de curta e média distância, a companhia receberá os dois primeiros A320neo equipados com novos motores mais silenciosos, que reduzem em 15% o consumo de combustível, comparado com a atual geração de A320. Fonte: Revista Flap



27/janeiro/2018 - Novo avião da Embraer registra desempenho melhor do que o previsto em projeto

E190-E2 apresenta ganhos de consumo e alcance em relação ao planejamento original

A Embraer obteve algumas melhorias nas especificações finais para o novo E190-E2, que deverá ser certificado ainda no primeiro trimestre de 2018. De acordo com os dados divulgados, o avião obteve uma economia extra de combustível de 1,3% e um alcance de 750 nm extras, a partir de aeroportos altos e quentes (hot-and-high), em relação as especificações originais.

Os aperfeiçoamentos aerodinâmicos da nova família E2, incluindo as melhorias adicionadas na fase de ensaios em voo, possibilitaram uma redução no consumo de combustível de 17,3% em relação ao E190 original, o que coloca o valor 1,3% acima da estimativa original de projeto. Além de permitir uma redução nos custos por voo, a melhora representa uma emissão de CO? de 1.700 toneladas a menos na atmosfera ao longo de 10 anos.

A família E2 recebeu novas asas, com refinamento aerodinâmico e fuselagem com melhorias que permitiram reduzir o arrasto. Além disso, um melhor controle no peso permitiu otimização dos flaps e slats, assim como redução do arrasto em componentes associados a performance de decolagem, como o trem de pouso.

O melhor alcance, de até 2.000 nm, permite o E190-E2 voar sem escalas do aeroporto London City, no centro da capital inglesa, para Rússia, Turquia e Egito. Já nos aeroportos como Cidade do México, considerado um dos mais altos e quentes do mundo, o alcance passou para 1.600 nm, o que permite voar sem escaldas para diversas apitais na América do Sul.

Outro avanço obtido nos ensaios em voo foi a redução no ruído, que possui margem de 20EPNdB no Estágio 4 de ruídos, melhoria de 3EPNdB em relação aos requisitos originais.

O E190-E2, o primeiro modelo da nova família E2, completou o programa de certificação com 2.000 horas de voos de teste, e atingiu mais de 98% dos requisitos para receber a homologação por parte das autoridades do Brasil, Estados Unidos e Europa.

Fonte: http://aeromagazine.uol.com.br/artigo/aviao-brasileiro-supera-expectativas-de-projeto_3755.html#ixzz55bAO8GX4 



26/janeiro/2018 - Um bimotor de quatro motores

A estranha solução para os problemas de potência nos anos 1940

Com o final da Segunda Guerra, muitos fabricantes aeronáuticos buscaram novos mercados para manter seus negócios. Os cinco últimos anos haviam registrado grandes conquistas tecnológicas que agora podiam ser utilizadas em uma infinidade de aeronaves civis. O futuro para muitos fabricantes estava na aviação comercial, que registrava um crescimento constante nos meses após o fim do conflito.

Conquistas tecnológicas, necessidade de sobrevivência e um mercado em potencial era tudo o que a indústria necessitava para criar modelos que até hoje desafiam o bom senso. Um desses projetos é o Beechcraft Model 34 “Twin-Quad”, um bimotor de quatro motores!  

A ideia em si é um contrassenso, mas os engenheiros desenvolveram um avião metálico de asa alta, com trem de pouso tipo triciclo e capacidade para 14 pessoas, podendo eventualmente transportar 20 passageiros. O design contava com algumas soluções da própria Beechcraft, como o estabilizador em “V”, similar ao empregado no hoje icônico Bonanza. Se utilizar estabilizar em V num avião comercial já não fosse estranho o bastante, os engenheiros foram além de instalaram quatro motores Lycoming GSO-580 Supercharged de 375 hp no interior das asas. O que levaria a creer que seria um avião quadrimotor.

Porém, cada asa recebeu um par, acoplado numa caixa de redução, que, por sua vez, era encaixada numa hélice bipá. Na prática cada par de motor foi instalado de forma a trabalhar como um motor único, visando maior potência no conjunto.

Além de sofrer com a forte concorrência dos aviões excedentes de guerra, como os Douglas C-47 (versão militar do DC-3) e Curtiss C-46 Commando, o Model 34 encontrou na aerodinâmica e nos custos seus maiores inimigos.

Em janeiro de 1949, o único protótipo produzido sofreu uma pane e realizou um pouso forçado. Os danos extensos levaram ao cancelamento do programa, que tinha ainda em produção dois protótipos, um para ensaios em solo e outro para ensaios em voo. Nenhum dos três aparelhos foi preservado.

Fonte: http://aeromagazine.uol.com.br/artigo/um-bimotor-de-quatro-motores_2167.html#ixzz55b9wdDIG 

 



05/janeiro/2018 - 05/JAN/2018: 63 ANOS DA TRANSBRASIL



Exatamente no dia 05/JAN/1955 era fundada em São Paulo/SP a SADIA S.A TRANSPORTES AÉREOS, que posteriormente teve o nome alterado para TRANSBRASIL S.A LINHAS AÉREAS. Nesta data em que a simpática e colorida empresa brasileira completaria 63 anos, reproduzimos um belo artigo de autoria de Fernando Milke, sobre as operações dos Boeing 767 da TRANSBRASIL em Porto Alegre. 


O artigo foi publicado no Site AeroEntusiasta em MAR/2010, e temos o prazer em reproduzí-lo nesta data.

TBA: WIDEBOEING EM POA


Por Fernando Milke

A saudosa e inesquecível TransBrasil foi a primeira companhia aérea da América Latina a voar com Boeing 767. A partir de julho de 1983 os brasileiros também já podiam usufruir, nas principais rotas da TBA, o conforto destes novos e modernos widebodies então de última geração que ingressavam nas frotas das maiores companhias aéreas da época no Mundo.

Mas com hub em Brasília, foco no Nordeste e nos voos para os EUA, somente a partir de 05 de janeiro de 1995 (data dos 40 anos de fundação da empresa) começamos a ver os coloridos Boeing 767 da TransBrasil pousando regularmente em Porto Alegre! Lembro que naquela época o voo TR701 (BSB-GIG-CWB-POA-EZE) decolava do Aeroporto Internacional Salgado Filho no início da tarde para Buenos Aires e retornava para a capital gaúcha como TR700 no final da tarde, horário propício para boas fotos no antigo terraço – inicialmente com os 767-200 e posteriormente também com os 767-300ER. Naquela época os entusiastas e também os controladores de voo não tinham dúvidas quanto ao ‘tipo de equipamento’ daqueles voos pois a inconfundível fonia dos rádios Philips já identificava: é 767!

A rota internacional de Porto Alegre para Buenos Aires pela TransBrasil consagrou-se com os Boeing 767 e logo estes voos mudaram a numeração para TR177/176, entre outras, assim como as etapas anteriores do voo também foram alteradas (GRU ou FLN).

Posteriormente ficamos ainda mais felizes, um tanto já desconfiados, pelo anúncio da TransBrasil abaixo: a partir de 4 de outubro de 1998 seriam 4 voos diários POA-GRU com Boeing 767 (9h40, 13h40, 18h50 e 20h30), ou seja, vários WideBoeing (denominados assim pela empresa) pousando e decolando aqui – bah tchê, trilegal! Naquela época o antigo DAC não permitia voos diretos do Salgado Filho para Congonhas, só com escalas (foram liberados apenas em 2003), então os voos diretos para Guarulhos eram a opção mais rápida para ir a São Paulo.

Mas a alegria durou pouco e já em 1999 os BabyBoeing (737) foram aos poucos assumindo novamente estes voos. Felizmente alguns horários permaneceram com os 767-200 e/ou 300 e ainda me lembro da tarde fria e cavok do domingo 25/06/2000 quando fui para Guarulhos/SP no voo TR1203 a bordo do confortável Boeing 767-2Q4 PT-TAC. Ótimo atendimento da empresa desde o check-in e o embarque, realizados no antigo terminal de passageiros, decolagem da pista 29, bom serviço de bordo – voo inesquecível! Já o meu irmão Eduardo e o spotter Marcos voaram no Boeing 767-2Q4 PT-TAA em 23/11/2001 (voo TR9008 POA-GRU) – apenas dez dias antes da TransBrasil encerrar suas atividades em 03 de dezembro de 2001.

N604TW visitou o Salgado Filho antes do início dos voos regulares, foi na tarde da quinta-feira da Páscoa de 1994, ficando ao lado do saudoso Boeing 707 CX-BNU da Pluna!




Em outubro de 1998 os WideBoeing da TBA invadiram Porto Alegre com 4 voos diários para SP!



Os Boeing 767-300ER chegavam de Buenos Aires sempre no final da tarde.



TransBrasil com visual renovado durante seus últimos anos de operação.

 

 

Fonte: AeroEntusiasta

 


03/janeiro/2018 - Governo Federal deverá investir R$ 200 milhões em aeroportos regionais

Investimentos se somam a mudanças nas regras de segurança e incentivos ao setor

O Governo Federal anunciou que deverá investir R$ 212,4 milhões em 11 aeroportos regionais, incluindo melhorias e ampliação de pátios e terminais. Os investimentos fazem parte do programa Agora, é Avançar, que incluiu mais de 7 mil obras em diferentes setores.

Durante solenidade de assinatura dos termos de compromisso dos investimentos, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, afirmou que a aviação regional é fundamental para o Brasil. “Precisamos melhorar toda a infraestrutura [aero]portuária para atender a população brasileira onde ela está”, argumentou Moreira Franco. 

O secretário de Aviação Civil, Dario Rais Lopes afirmou que os novos investimentos se unem a outros que, no total, já somam R$ 800 milhões aplicados na aviação regional. “Nós estamos fazendo obras onde a iniciativa privada quer prestar serviço, garantindo que o dinheiro público vai ser transformado em serviço”, afirmou o secretário.

Desde o início da década passada o Brasil estuda formas de incentivar a aviação além dos grandes centros, em especial em localizadas nas regiões norte e centro-oeste. O novo projeto contempla os aeroportos de Jataí (GO), Araguaína (TO), Cáceres (MT), Sinop (MT), Tangará da Serra (MT), Dourados (MS), Itaperuna (RJ), Resende (RJ), Angra dos Reis (RJ), Chapecó (SC) e São Carlos (SP).

No mesmo dia, a ANAC mudou a regra sobre a obrigatoriedade do uso de veículos de combate a incêndio em aeroportos de pequena movimentação. Pela nova norma, aeroportos com até 200 mil passageiros/ano poderão operar sem carros de combate a incêndio. A medida deve beneficiar 44 aeroportos regionais.

Pela regra anterior, aeroportos sem veículos de combate a incêndio poderiam operar até um voo semanal de grande porte ou até dois voos semanais com aeronaves de menor porte.

Segundo dados da Anac, o sistema de combate a incêndio tem custo médio de R$ 20 por passageiro nos aeroportos com movimento inferior a 200 mil passageiros por ano, enquanto em aeroportos com movimentação superior aos 5 milhões de passageiros por ano, o custo passa pera R$ 0,58. Um dos motivos é o elevado valor dos veículos destinados a operação e a complexidade do sistema.

De acordo com a ANAC, o principal objetivo é incentivar o desenvolvimento da aviação regional, com a redução no custo do bilhete e da operação. Os aeroportos terão agora até 180 dias para se adequar as novas normas. Porém, caso a movimentação ultrapasse os 200 mil passageiros/ano, o aeroporto é obrigado de mudar de categoria e empregar o sistema de combate a incêndios.

Fonte: http://aeromagazine.uol.com.br/artigo/governo-federal-devera-investir-r-200-milhoes-em-aeroportos-regionais_3734.html#ixzz53DPznohe 



03/janeiro/2018 - Os 10 “jatinhos” mais VIPs do mundo

787 Dream Jet © Jon Ostrower

Anos atrás, ninguém poderia iria imaginar que um empresário voaria num avião de porte comercial só dele. Agora, em pleno século XXI, máquinas voadoras que poderiam levar até 530 passageiros são usadas para transportar um indivíduo e seus convidados. Acompanhe abaixo dez dos aviões executivos mais VIPs do planeta. 

10° – Dassault Falcon 7X

Foto: Dassault

Foto: Dassault

Dono: Anil Ambani, Bill Clinton, Steven Spielberg, Bill Gates

Valor: U$ 50 Milhões

Um moderno trijato feito na frança pela mesma fabricante dos poderosos caças Mirage. Projetado para voar em grandes altitudes e para carregar muito luxo em seu interior. Bill Gates tem um desses só pra ele. 

9°- Embraer Lineage 1000

Foto: Discovery

Foto: Discovery

Dono: Jorge Vergara, bilionário mexicano, dono de empresas e de times de futebol

Valor: US$ 80 milhões

Não poderia faltar o nosso Embraer na lista dos mais top da praça. A aeronave usada pelo mexicano Vergara é divida em até cinco seções dentre elas banheiros quartos e salas de jantar e reunião. Só de mimos no interior, o bilionário gastou quase que o valor do próprio avião. 

8° – Airbus A319CJ

Foto: Airliners India

Foto: Airliners India

O dono do jato

O dono do jato

Dono: Vijay Mallya, proprietário de um conglomerado empresarial, incluindo a Kingfisher Airlines

Valor: cerca de USid="mce_marker"00 milhões

De um bilionário indiano você esperaria um super jato particular, certo? Certíssimo. Essa é uma versão executiva do consagrado Airbus A319. Customizado para o VIP indiano, ele carrega 24 pessoas e tem cômodos como uma casa-móvel. Por que não, né?

 

7° – BOEING 757-200

Foto: The Palm Beach Post

Foto: The Palm Beach Post

Dono: Donald Trump, magnata norte-americano

Valor: US$ 100 milhões

O seu sobrenome está estampado bem grande na aeronave, além disso o excêntrico magnata desembolsou quase U$ 100 milhões para comprar o jato do co-fundador da Microsoft Paul Allen.

Após a compra, pintou com classe, adicionou obras de arte no interior e alguns cristais muito caros. Hoje o presidente dos Estados Unidos não utiliza mais este 757, sendo obrigado a utilizar os menos luxosos mas tão imponentes Boeings 747-200 e 757-200 da USAF, estas aeronaves contam com sistemas de defesa e são uma verdadeira casa branca no ar.

Falamos obrigado porque durante a sua campanha presidencial, Trump afirmou que iria utilizar o seu próprio jato 757, e que não era necessário ter mais de três aviões a sua disposição fazendo um gasto rídiculo para o contribuinte.

6º – BOEING 767-300 ER

Foto Renatos-Flugzeuge

Foto Renatos-Flugzeuge

Dono: Roman Abramovich, empresário e dono do Chelsea

Valor do “jatinho”:  entre US$ 170 e US$ 200 milhões

O magnata russo Roman Abramovich não só esbanja em seu jato, mas também dá carona a todo o time do Chelsea (doi qual é dono). A aeronave de Abramovich é equipada com um sofisticado sistema de contra-medidas eletrônicas para despistar mísseis, algo semelhante ao que já existe em aeronaves militares. São muitos dólares voando, não é mesmo?

5° – BOEING 747-400

foto: nmisr.com

foto: nmisr.com

Saudi Prince Alwaleed bin Talal

Foto: Autor Desconhecido

Dono: Al-Waleed bin Talal, príncipe saudita

Valor: US$ 220 milhões

Para tocar seus negócios no mundo todo, o príncipe saudita vem utilizando esse mega jato desde 2003. Ele tem dois quartos de luxo, quartoze poltronas, sendo uma poltrona bem no meio da aeronave para simbolizar o império (seu grupo chama-se Kingdom Group), na aeronave onze comissarias estão a disposição para atender ao príncipe e seus convidados. 

4º – BOEING 747-400

VCa

Foto de Carl Ford

Dono: Hassanal Bolkiah, o Sultão de Brunei

Valor do “jatinho”: US$ 233 milhões

Localizado no Sudeste Asiático, o Brunei é um país minúsculo, com pouco mais de 400 mil habitantes. Esse Boeing 747-400 foi adquirido da Lufthansa pelo sultão do país, que é famoso por possuir uma das maiores coleções de automóveis do mundo.

O interior do Jumbo é decorado com quilos e quilos de ouro maciço – incluindo os banheiros – e cristais caríssimos da Lalique. É claro que o fato de o Brunei ter petróleo à beça ajuda na hora de reabastecer o avião: com os tanques cheios, um 747 carrega nada menos que 216 mil litros de querosene de aviação. Pense nisso antes de reclamar do consumo de seu carro. 

3º – AIRBUS ACJ340-300 (A340-300)

foto bigmir.net

foto bigmir.net

Dono: Alisher Usmanov, empresário

Valor do “jatinho”: entre US$ 200 e 250 milhões

Alisher Usmanov, o empresario mais rico da Rússia com fortuna avaliada em US$ 20 bilhões, é acionista de diversas empresas de tecnologia como Apple, Facebook e Twitter.

Ao invés de comprar um avião russo, ele quis ter o jato executivo mais impressionante da Europa, um Airbus A340-300 batizado como “Bourkhan” em homenagem ao seu falecido pai.

2º – BOEING 787-8 Dream Jet

Dono: Deerjet, do grupo HNA do chinês Chen Feng

Valor do “jatinho”: entre US$ 324 milhões

Voar num Dreamliner pode ser uma experiência única para os passageiros: cabine espaçosa, nível de cabine mais baixo, ar mais úmido e grandes janelas. Agora imagine isto numa configuração VIP: O Dream Jet!

A DeerJet, operadora deste Boeing 787 VIP é uma empresa chinesa, subsidiário do mega grupo HNA, fundado pelo chinês Chen Feng e que possui 13 companhias aéreas! Além disso o grupo tem ações em diversas grandes aéreas no mundo, inclusive a brasileira Azul Linhas Aéreas!

Este 787 é utilizado pelo grupo mas o seu principal foco é o aluguel para outros milionários. É uma verdadeira casa nos céus, com uma imensa suíte, que conta com um banheiro completo, uma grande cama de casal e um closet. No meio do avião está a imensa sala de estar, com poltronas, mesas e cadeiras. Logo em seguida vem as poltronas dos convidados e na parte de trás a cozinha.

A aeronave pode levar até 40 passageiros de praticamente qualquer ponto do planeta para a sua casa, em um conforto sem igual!

1º – BOEING 747-8i BBJ

O 747-8 “disfarçado” do Catar © JRC Aviation Photography

Dono: Tamim bin Hamad Al Thani, Emir do Catar

Valor do “jatinho”: US$ 390 milhões cada

Famílias reais se destacaram nesta lista, e com o mais VIP do mundo não é diferente. O Catar, país-sede da Copa do Mundo de Futebol da FIFA 2022, é um dos países mais ricos do mundo. Impulsionados pelo petróleo posseum sua própria companhia aérea privada: a Qatar Amiri Flight. 

Apesar da pintura, este 747 não é da Qatar Airways © Hadi B

A Qatar Amiri Flight é um braço VIP da conhecida Qatar Airways que voa para o Brasil e tem muitos brasileiros no seu quadro, inclusive voando o 747. Mas apenas pilotos nascidos no Catar podem pilotar estas aeronaves luxosas. Além dos Boeings, a Qatar Amiri conta com uma frota de Airbus A310, A319, A320, A330 e A340! 

São muitas aeronaves, não? Pois bem, na verdade são três 747-8 Boeing Business Jet! Sim, você não leu errado. E cada um com uma pintura diferente, inclusive uma idêntica à da Qatar Airways (A7-HHE), uma em tons de cinza (A7-HBJ) e uma última “disfarçada” com matrícula de bermuda (VQ-BSK).

A7-HBJ © hsckcwong

BÔNUS – “JATINHO” BRASILEIRO MAIS VIP

Mas e o Brasil? Será que possui um jato mais luxuoso ou mais VIP que o próprio Airbus A319 da FAB que leva o presidente da república? A respota é SIM!

O Boeing 757 operado pela agência de turismo de alto luxo LATITUDES é simplesmente o jato brasileiro mais VIP!  Os 233 assentos da configuração original deste Boeing 757-200 deram lugar a 50 poltronas amplas, reclináveis até 180º (flatbed), garantindo o máximo de conforto a bordo.

Não bastasse isso, os viajantes contam com diversos mimos e uma cozinha de primeiro mundo:

  • Sofisticado design italiano de interiores produzido especialmente para esta aeronave
  • Confortáveis assentos em primeira classe, organizados dois a dois, que viram camas
  • Tela privativa
  • Wi-Fi a bordo
  • iPad de brinde, para acompanhar as descobertas da viagem
  • Duas entradas USB e tomada para carregar aparelhos eletrônicos
  • Fone antirruído para uso a bordo
  • Chef a bordo, responsável por refeições exclusivas e personalizadas, também em caso de restrições alimentares
  • Consumo ilimitado de bebidas, selecionadas especialmente para a ocasião
  • Tripulação e staff falando português
  • Dois concierges da Latitudes

E o melhor de tudo é que qualquer pessoa pode voar neste jato, basta estar disposto a pagar o valor da viagem. O próximo roteiro do 757 VIP será pelos Grandes Impérios da Humanidade, realizando uma verdadeira volta ao mundo parando em diversos locais icônicos. Clique aqui para saber mais.



03/janeiro/2018 - Gollog lança robô virtual para atendimento on-line

Os clientes da Gollog, unidade de transporte de cargas da Gol, contam agora com um novo tipo de atendimento on-line. Para o serviço, a companhia aérea criou um robô virtual, chamado Gil, para esclarecer dúvidas sobre serviços, unidades de atendimento e regras para o transporte.

O nome do robô foi escolhido por meio de um concurso e, assim como a Gal, robô de atendimento disponível no site da Gol, lançado em 2012, é uma iniciativa da empresa que tem como objetivo “oferecer um atendimento moderno e que acompanhe a evolução digital”.

A Gol justifica que agora, pelo canal, o cliente tem acesso a informações com maior autonomia e eficiência no atendimento via chat, disponível durante várias etapas da navegação.

“Esse novo atendimento reforça o nosso empenho em otimizar os processos relacionados ao transporte de cargas e maximiza nossos resultados com soluções inteligentes e tecnológicas”, afirma o diretor de cargas da Gol, Eduardo Calderon.

“O nosso objetivo é levar aos clientes um atendimento automatizado, inteligente e personalizado. O Gil facilita o acesso à informação e torna as respostas ainda mais rápidas”, completa o gerente executivo de Relacionamento com o Cliente, José Luiz Belixior. Fonte: Panrotas



03/janeiro/2018 - Latam terá hangar de manutenção de R$ 130 mi em GRU

O Aeroporto Internacional de Guarulhos, em breve, ganhará um novo hangar de manutenção, onde será implementado o Centro de Manutenção de Linha da Latam Airlines. O acordo, firmado entre o Grupo Latam e a RB Capital, contará com um investimento de R$ 130 milhões e irá atender todos os modelos de aeronaves da frota da empresa em seu principal hub.

“A construção do hangar será um marco que consolidará os nossos esforços em desenvolver uma estrutura que promova ainda mais eficiência nas operações, priorizando a segurança, valor inegociável da companhia“, pontuou o diretor sênior de manutenção da Latam Airlines Brasil, Sergio Novato.

Ao todo, serão cerca de 600 funcionários, divididos em três turnos, que realizarão as manutenções preventivas dos aviões entre cada voo. Atualmente, as manutenções periódicas e estruturais são realizadas no centro de manutenções da companhia em São Carlos (SP).

Com o novo hangar, será possível atender, simultaneamente, sete aeronaves de dois corredores ou mesmo 19 aeronaves de corredor único em um espaço de 65 mil metros quadrados. “Instalaremos uma barreira acústica que possibilitará realizar tais testes em qualquer momento do dia e da noite sem incomodar a vizinhança do aeroporto”, explica Novato.

Para o presidente do GRU Airport, Gustavo Figueiredo, o investimento no hangar, onde serão baseadas as mais modernas aeronaves da Latam consolida o número de rotas diretas da aérea a partir do aeroporto — que já é o maior hub da companhia. Fonte: Panrotas



03/janeiro/2018 - Azul dá os primeiros passos rumo ao Chile

A Azul parece estar planejando um novo país como destino. A companhia acaba de ter suas marcas registradas no INAPI –  Instituto Nacional de Propiedad Industrial – o equivalente chileno ao INPI.

As marcas Azul, Tudo Azul, Azul Cargo Express e Azul Viagens foram registradas no INAPI no dia 22 de setembro do ano passado e foram aprovadas no final de dezembro. Este é o primeiro passo para abertura de escritório e lojas no país. Fontes no Chile afirmam que o país foi citado em uma apresentação interna da Azul.

A Azul tem expandido suas operações na vizinha Argentina, e um passo rumo ao Chile seria natural. Voos entre Santiago do Chile e o Brasil fazem um dos corredores aéreos mais concorridos do continente, ficando atrás apenas da mega ponte entre São Paulo e Buenos Aires. Supostas rotas seriam Belo Horizonte – Santiago e São Paulo (Campinas) – Santiago.

Atualmente as aéreas LATAM, GOL, Avianca Brasil e SKY fazem voos entre o país andino e o Brasil, e futuramente a Qatar Airways e a JetSmart deverão inciar voos entre o Chile e o Brasil. Fonte: AeroIn



03/janeiro/2018 - Azul é brasileira mais pontual de 2017

Entre as companhias brasileiras, a Azul foi a mais pontual em 2017, segundo balanço anual da OAG; em 2016, a posição era ocupada pela Gol.

A empresa de inteligência especializada em análise do transporte aéreo mundial revelou nesta semana os números que colocam a aérea na segunda posição da América Latina no quesito voos sem atraso (OTP, ou on-time performance, em inglês), com 84,14% das decolagens realizadas dentro do horário marcado. No continente ela fica atrás apenas da Copa Airlines, que fechou o ano com uma porcentagem de 86,39% de OTP.

No top 10 da América Latina aparecem ainda as nacionais Gol, em quinto lugar com 81,73%, e a Avianca Brasil, em sexto com 81,44%; a Latam Airlines aparece em sétimo na lista, com 79,39% dos voos na hora, mas a porcentagem reuniu todos os voos do grupo, incluindo das outras sedes fora do Brasil.

Na análise são considerados voos na hora, ou OTP, todos que decolaram e aterrissarem com menos de 15 minutos de atraso.

Confira abaixo a tabela das 10 aéreas latino-americanas mais pontuais de 2017:

ColocaçãoCompanhias AéreasMais Pontuais em 2017 (OTP)
Copa Airlines 86,39%
Azul 84,14%
Volaris 82,13%
Sky Airline 81,93%
Gol Linhas Aéreas 81,73%
Avianca Brasil 81,44%
Latam Airlines Group 79,39%
Aerolíneas Argentinas 77,44%
Aeromexico 75,46%
10º Caribbean Airlines 74,76%

LATAM EM 8º ENTRE AS MAIORES
Um dos rankings do balanço da OAG contabilizou apenas as 20 maiores aéreas globais em números de voos realizados. Lideram duas japonesas, a Japan Airlines e a All Nippon Airways, em lista que conta com a Latam Airlines Group na oitava colocação; as estadunidenses Delta, Alaska, United e American também ficam no top 10, nesta sequência.

Veja na tabela abaixo as dez primeiras colocadas globalmente no ranking:

ColocaçãoCompanhias AéreasMais Pontuais em 2017 (OTP)
Japan Airlines 85,27%
All Nippon AIrways 83,81%
Delta Air Lines 82,76%
Indi Go 81,22%
Alaska Airlines 81,06%
SAS 80,90%
United Airlines 79,86%
Latam Airlines Group 79,39%
American Airlines 78,97%
10º Southwest / British Airways 78,55%